Bem-vindo(a) ao Batalha!

Tal como tu, portista, estamos fartos de Propaganda Branca: da assunção de doutrinas desencadeadas e reconhecidas pelos seus promotores, e com a origem perfeitamente identificável. Travamos duelos com um poderio bélico desigual relativamente ao Inimigo, o qual não se peja em lançar constantes Normas de Conduta para os seus instruendos, numa clara e óbvia Estratégia de Presença e de uma permanente táctica base de Guerrilha.

Esta é a Hora I de um conflito latente, prenhe de Doutrinas, de Manobras de Diversão, de muita Desinformação, de Engodos e de vastas Cortinas de Fumo. Este é o tempo de sairmos da Barricada, da Zona de Conforto, e de se assumirem os riscos inerentes a uma Missão de Ataque que visa a defesa intransigente dos interesses do Futebol Clube do Porto.

O Plano de Batalha deste espaço baseia-se no Direito de Autodefesa em caso de conflito aberto, pretendendo, acima de tudo, a operacionalização de acções tácticas de resgate do Respeito entretanto perdido para com aquela centenária Instituição de Utilidade Pública; da definição de directrizes, de contramedidas e de estratégias de combate, para com um Inimigo em ininterruptos ataques frontais e numa contínua atitude provocatoriamente ofensiva.

Para este desafio contamos com o comprometimento proactivo de todo um Batalhão bastante empenhado, organizado, mobilizado e resoluto na primazia do Valor, da Lealdade e do Mérito sobre o bombardeio daquele que tem dominado o Território Nacional: o de uma Soberba assente na Sabotagem e em expedientes de contaminação e de minagem de campos, numa guerra sem quartel e onde os Generais se mostram corrompidos por outros poderes para além do Militar.

Estamos determinados em restabelecer a Concórdia numa área de conflito em constante movimentação táctica, com permanentes resistências, áreas de influência e de interesses diversificados; em, mais do que restituir a Paz, repor as condições que vigoravam antes desta persistente Zona de Sombra.

Para este Desafio de Missão também contamos com um reforço fundamental para alcançarmos o Ponto Futuro: TU.

Tu também serás a nossa Força, a nossa rectaguarda, o nosso raio de segurança e a nossa última linha de defesa, sempre atento às vulnerabilidades de um processo cuja logística não contempla o termo “deserção”. Só assim será possível restabelecer a tal Ordem Pública.

‘adversus in omnibus et erga omnes’

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